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Como se organizar e cuidar melhor do dinheiro

Veja como organizar suas contas para ficar longe das dívidas e alcançar seus objetivos

Planejamento financeiro

Fazer um planejamento financeiro para ter sempre as contas organizadas está na sua lista de metas, mas o papel parece aceitar mais seus objetivos do que as tentativas na prática. Se suas expectativas estão longe da realidade que gostaria de viver, fica tranquilo: você não está sozinho. 

Uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), mostra que 48% dos brasileiros não controlam o próprio orçamento. Além disso, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), 76,6% das famílias estão endividadas - praticamente são três a cada quatro pessoas no país com alguma dívida.

Já parou para pensar: por que a maioria das pessoas tem dificuldade de cuidar do dinheiro? Existe mais de uma resposta para essa pergunta, mas o principal motivo é justamente a falta de um planejamento financeiro adequado.

Se você também precisa de uma organização financeira que funciona de verdade, veja, abaixo, estratégias simples e eficientes que vão te colocar no controle das finanças de uma vez por todas.

Mercado Pago - Planejamento financeiro

Qual é o ponto de partida do meu planejamento financeiro?

Fechar o mês no azul ou ver dinheiro sobrando para fazer o que achar melhor é o planejamento financeiro que todo mundo gostaria de ter. A boa notícia é que é possível conquistar isso e muito mais, sem cortar tudo o que te dá prazer.

É preciso ter organização, disciplina e paciência, sim! Mas, com pequenas mudanças no dia a dia,  de repente, tudo se torna um hábito. Lembra quando quis inserir uma atividade de forma definitiva na sua rotina? Vale para as mais diversas necessidades: beber mais água, praticar exercícios físicos, ter uma alimentação equilibrada…

Com o planejamento financeiro é parecido, você segue dicas realistas, testa o que faz sentido para sua vida e implementa, aos poucos, as mudanças necessárias, de acordo com suas prioridades. Quando menos esperar, você estará tendo um relacionamento saudável com suas finanças. 

48% dos
brasileiros

não controlam o próprio orçamento

Como medir minha saúde financeira?

Entender como está sua saúde financeira vai ajudar a guiar o planejamento financeiro, refletindo exatamente sua realidade e objetivos para avaliar o que realmente importa na sua vida. Por exemplo, algumas perguntas podem ajudar:

  • Preciso sair das dívidas?
  • Preciso organizar minhas finanças de um jeito mais fácil?
  • Quero aprender a usar melhor meu dinheiro?

Para responder essas e outras perguntas, a Febraban e o Banco Central criaram o Índice de Saúde Financeira do Brasileiro (I-SFB), que avalia sua habilidade, segurança e liberdade de administrar as finanças.

 

Como fazer meu planejamento financeiro: um passo a passo

Depois que você entende quais são suas necessidades e o que está prejudicando ter um relacionamento saudável com o dinheiro, é hora de construir um planejamento financeiro prático. Para isso, o passo a passo abaixo vai te ajudar.

Avalie o quanto ganha o quanto gasta

Avalie o quanto ganha
e o quanto gasta

Um levantamento da Globo apontou que sete em cada 10 brasileiros não conseguem ter uma renda superior aos gastos, além disso 56% deles não têm uma visão clara das despesas ou não sabem com o que estão gastando.

Se você quer descobrir para onde está indo seu dinheiro, é importante separar os gastos por categorias, avaliando o que é essencial e variável. Por exemplo, as despesas essenciais mais comuns são: moradia, transporte, alimentação e saúde. Já as variáveis, normalmente são relacionadas ao lazer, entre elas compras, passeios e viagens.

Se necessário, mapeie saus dívidas

Se necessário,
mapeie suas dívidas

Como falamos antes, a maioria da população tem dívidas e se essa é sua situação também, não precisa entrar em desespero. É só aproveitar que está no ritmo do planejamento financeiro para avaliar o que deve e começar a se programar para quitar. 

Para isso, você pode se orientar com alguns passos básicos, como: reúna o máximo de informação possível (valores e juros cobrados, credores, entre outros), defina uma prioridade de pagamento - uma dica é priorizar as cobranças mais antigas, negocie condições favoráveis e troque dívidas caras por mais baratas. 

Monte um orçamento

Monte
um orçamento

Como você já organizou suas contas - ganhos e despesas, vai ficar fácil montar um orçamento das suas finanças. A ideia é que você estabeleça o máximo de dinheiro que pode ser usado para cada uma das suas necessidades - também chamadas de categorias de gastos.

Dessa forma, você tem mais estratégias para cumprir seus compromissos e definir quanto quer gastar com seu lazer ou, se prefere, guardar o dinheiro. Quando você visualiza tudo, facilita flexibilizar as contas. Por exemplo, se gastou mais do que imaginava no supermercado, pode tentar sair menos até o fim do mês.

Comece a guardar dinheiro

Comece a
guardar dinheiro

Avançando nas etapas acima, você chega em um ponto do seu planejamento financeiro que é possível começar a guardar dinheiro para realizar sonhos ou não ser pego de surpresa caso algum imprevisto aconteça.

Um jeito fácil de guardar suas economias é usando uma conta com rentabilidade superior à poupança. Você pode se organizar para montar sua reserva de emergência, fazer investimentos ou conquistar mais metas financeiras. 

Tenha objetivos para seu dinheiro

Tenha objetivos
para seu dinheiro

Nesse último passo, seu planejamento financeiro já saiu do básico para o avançado, mas isso não significa que acabou. Para continuar motivado e disciplinado, é preciso ter sempre objetivos em mente.

Você pode definir o que precisa de uma forma específica. Por exemplo, “guardar dinheiro” ou “investir dinheiro” acaba sendo muito vago. Já “viajar para o Nordeste no fim do ano”, "criar uma reserva de emergência" ou “reformar a casa” não. Seja detalhista para não desistir dos seus planos.

 

Na prática: como montar um orçamento simples?

Depois do passo a passo acima, você deve ter percebido que, além de boa vontade para começar a organizar as finanças, existem algumas etapas práticas que dão uma forma ao planejamento financeiro. Esse desenho pode ser feito de diversas formas, mas uma ferramenta relevante é o orçamento.

A seguir, conheça três modelos de orçamento simples e eficientes:

  • ico_1   Regra 50-15-35

    A regra 50-15-35 define quanto da sua renda você deve destinar para cada categoria de gastos. A ideia é que 50% da sua renda vá para despesas essenciais, 35% para gastos com lazer e estilo de vida e 15% para prioridades financeiras, como quitar dívidas, poupar ou investir. 

  • ico_1  Orçamento ABCD

    O método ABCD serve para organizar seus gastos dessa forma:

    A - Alimentação: todas as despesas necessárias com alimentação e suprimentos essenciais;

    B - Básico: contas essenciais de uma casa, por exemplo água, luz, internet e aluguel;

    C - Contornável: despesas variáveis com lazer e estilo de vida que podem ser cortadas, reduzidas ou adaptadas;  

    D - Desnecessário: gastos com produtos ou serviços que não são utilizados, como assinaturas. 

  • ico_1   Fórmula dos 60%
     
    A fórmula dos 60% é para destinar essa porcentagem para todas as despesas que você não pode ou não deveria negligenciar, como gastos essenciais e dívidas. Os 40% restantes são divididos em partes iguais para aposentadoria, reserva de emergência, planos de curto prazo e supérfluos.

Mercado Pago - Planejamento financeiro

Como manter meu controle financeiro?

Manter o controle financeiro, sem extrapolar o orçamento definido não precisa ser uma tarefa difícil, basta ter estratégias para continuar dedicado ao planejamento, ajustando gastos, criando metas e revendo tudo que for necessário ao longo do tempo.

A vantagem é não precisar se preocupar com mudanças da vida, por exemplo um aumento repentino dos gastos ou, até mesmo, algo positivo, como um aumento de salário, que pode elevar seu custo de vida mais do que deveria, se não tiver cuidado.

Abaixo, veja algumas táticas para não desistir do planejamento financeiro.

 

Crie hábitos financeiros saudáveis

Antes de começar a criar bons hábitos financeiros, você precisa ter claro o que está prejudicando seus planos. Por exemplo, é comum que as finanças saiam do controle com as compras por impulso, parcelamentos e uso do cartão de crédito sem planejamento, sem falar nos gastos com as despesas essenciais e aleatórias.

E como eliminar os hábitos ruins?

  • Antes das compras: avalie a necessidade de cada gasto. Você pode criar o hábito de pesquisar e comparar preços - com isso, tem mais chances de pensar se precisa mesmo do produto ou serviço. 
  • Cartão de crédito: cheque seu limite e parcelas comprometidas, evite a opção de pagar o mínimo da fatura, use nas datas mais favoráveis
  • Fuja dos gastos sem sentido: ainda está pagando a academia que não frequenta mais? Raramente assiste filmes ou ouve as músicas da mensalidade daquela assinatura que fez? Procure cancelar os serviços que não usa ou pouco usa.
  • Reduza os gastos variáveis: você ama comer fora de casa ou pedir um delivery? Não precisa cortar esses prazeres, mas estabeleça um limite para que eles não se tornem um buraco no orçamento.

 

Comece o desafio das 52 semanas

O desafio das 52 semanas, como o nome sugere, é uma estratégia para te desafiar a poupar dinheiro ao longo do ano. Começando com R$ 1 na primeira semana, você consegue guardar, no mínimo, R$ 1.378 no final do prazo.

 

Invista em metas SMART

A meta SMART, além de deixar seus objetivos mais específicos, ajuda que você seja mais pé no chão para não abandonar seus sonhos e evitar frustrações. Por exemplo, você quer começar a guardar dinheiro, mas nunca fez isso antes e, de repente, se coloca em um desafio que não é sustentável por um longo tempo.

Isso acontece porque não tem uma metodologia que simplifique o processo e mostre claramente os resultados que serão alcançados. Para isso, existe a meta SMART, que torna tudo mais estratégico e relevante com cinco critérios: S de specific (específica); M de measurable (mensurável); A de attainable (atingível); R de relevant (relevante) e T de time based (temporal). 

 

Guardar ou investir?

Fez todo o planejamento financeiro, as contas estão em dia e tem vontade de começar a separar parte do seu dinheiro para realizar sonhos ou ter uma reserva de emergência. Independente do objetivo, você tem mais de uma forma de alcançá-lo - guardando ou investindo. 

E você sabe qual diferença entre guardar e investir?

  • Guardar dinheiro: significa separar uma quantia de forma regular e mantê-la estável em uma conta, sem fazer nenhuma movimentação.
  • Investir dinheiro: é destinar uma quantia para aumentar o valor no futuro através dos rendimentos das aplicações financeiras, o que muitos falam sobre fazer seu dinheiro trabalhar para você.

 

Qual é a melhor opção para mim?

Depende! Para descobrir se vale mais a pena guardar ou investir, você precisa refletir sobre seus objetivos financeiros a curto, médio e longo prazo, considerando os prós e contras de cada opção. Por exemplo, guardando, você tem um retorno financeiro menor, mas investindo, é preciso esperar pelos rendimentos.

De qualquer forma, nada impede que você experimente guardar e investir. Lembrando que existem opções de investimentos seguras e práticas. Ah, e um exemplo que é guardar e investir ao mesmo tempo são as contas com rentabilidade 100% do CDI, que rendem mais que a poupança, sem esforço nenhum. É só deixar o dinheiro parado e pronto - a rentabilidade é garantida.

 

Mão na massa com a Conta Mercado Pago

Organizar as finanças, pagar dívidas, manter o orçamento em dia, gerenciar pagamentos, guardar, investir… Para começar e seguir com um planejamento financeiro completo, a Conta Mercado Pago é uma ferramenta que te deixa no controle e oferece mais estratégias de economia e facilidades, além da oportunidade de ver seu dinheiro guardado rendendo todos os dias.

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